sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

CUFA ENTRA COM REPRESENTAÇÃO CRIMINAL CONTRA CONSUL DO HAITI

A CUFA - Central Única das Favelas vem tornar público que entrou com uma representação junto ao Ministério Público de São Paulo solicitando instalação de inquérito por conta das declarações proferidas, em rede nacional pelo Srº Gerge Samuel Antoine, cônsul geral do Haiti em são Paulo. Nesta mesma data informamos que estamos apresentando noticia crime nos seguintes órgãos: Embaixada do Haiti - Ministério da Justiça - Ministério de Relações Exteriores - Seppir - Secretaria Especial de Politicas de promoção para Igualdade racial - Direitos Humanos - Secretaria Nacional de Segurança - Presidência da Republica - Casa civil.


EXMO. SR. PROMOTOR DE JUSTIÇA DO MINISTÉRIO PUBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO

Central Única das Favelas- CUFA DO BRASIL, inscrita, vem apresentarnotícia-crime contra Gerge Samuel Antoine, cônsul geral do Haiti em São Paulo, esperando sejam averiguados os fatos a seguir narrados e, eventualmente, instaurada a competente ação penal pública incondicionada.
O cônsul do Haiti em São Paulo, Gerge Samuel Antoine, apareceu em reportagem exibida na noite da última quarta-feira, dia 13 de janeiro, no programa de televisão "SBT Brasil", exibido em rede nacional, dizendo que o recente terremoto que atingiu o Haiti, causando imensa destruição e morte de milhares de pessoas, estaria "sendo bom" para seu trabalho e que a tragédia poderia ter ocorrido por causa da religião praticada por boa parte dos haitianos, descendentes de africanos, os quais são qualificados como amaldiçoados.
Nos termos do vídeo que acompanha esta notícia-crime, o cônsul afirmou: "A desgraça de lá está sendo uma boa pra gente aqui, fica conhecido. Acho que de, tanto mexer com macumba, não sei o que é aquilo... O africano em si tem maldição. Todo lugar que tem africano lá tá fudido." http://audienciadatv.wordpress.com/2010/01/15/video-jornalismo-do-sbt-denuncia-consul-haitiano-preconceituoso/
Diante disso, a CUFA - Central Única das Favelas, entidade representativa em todo território nacional e com bases internacionais, considerando 1) a eventual prática de crimes de preconceito racial e religioso, tipificados no artigo 20, da Lei 7.716, de 05 de janeiro de 1989; 2) considerando ainda que a ocupação de cargo de cônsul honorário não gera imunidade diplomática; e 3) considerando que a prática do eventual crime teria se dado em rede nacional de televisão; vem requerer a instauração de inquérito para averiguação dos fatos narrados e, eventualmente constatada a prática de crime, instauração da competente ação penal pública incondicionada.
São Paulo , 20 de janeiro de 2010.
Central Única das Favelas do Brasil - CUFA
KALINE LIMA - PB - vice – presidente PRETO ZEZE - CE – articulador nacional DINORA RODRIGUES - RS - conselheiraMV BILL - RJ - presidente de Honra KARINA SANTIAGO - MT - Direção Nacional NEGA GIZZA - Coordenação Rio de JaneiroANNA SABBAGG - Coordenação - SP

MOÇÃO DE REPUDIO
Historicamente todos os símbolos que traduzem a herança africana foram usurpados, relegados à condição de subalternidade e negados do processo de contribuição da formação da cultura brasileira, a exemplo disso citamos a religião. Homens e mulheres tiveram que criar formas de resistência e camuflar sua fé, originando ao que conhecemos como sincretismo religioso. Pois bem, o bonde da história se movimenta e hoje seguidores e seguidoras das religiões de matriz africana em todo país, engrossam as fileiras da luta contra a intolerância religiosa, se pautando inclusive na Constituição brasileira, quando garante a liberdade de culto. É preciso rememorar que a perseguição religiosa culmina em várias formas de violência, ferindo os direitos da pessoa humana.
Neste contexto de releituras e circularidade cultural, surge o inaceitável, duras manifestações de preconceito a cultura africana na diáspora conjugada a requinte de crueldade de colarinho branco. Tudo traduzido no nefasto comentário do cônsul geral do Haiti em São Paulo, o Srº Gerge Samuel Antoine, que em meio à comoção mundial pelo duro golpe que a natureza deu no Haiti e que arrasou vidas, repartiu famílias e dilacerou o resquício de esperança do povo haitiano, disse "A desgraça de lá está sendo uma boa pra gente aqui, fica conhecido. Acho que de, tanto mexer com macumba, não sei o que é aquilo... O africano em si tem maldição. Todo lugar que tem africano lá tá f..." (fonte: SBT Brasil)
Num momento em que o mundo volta sua solidariedade para o povo do Haiti, os negros do Haiti, deve ser repugnada qualquer manifestação de racismo, preconceito e ódio à cultura religiosa de matriz africana, extensível a todos os brasileiros. Assim, a infeliz manifestação do cônsul não pode ser desculpada, e se for pelo governo brasileiro, não o será em nome dos mais diversos movimentos sociais nacionais, notadamente porque entendemos que esse pedido de desculpas se dá pelo fato do seu pensamento ter se tornado público, nada mais. Ter em nossas terras um homem que semeia o desamor e o oportunismo selvagem, sobretudo, num momento de dor, é como cultivar um câncer em nosso país. Não basta ter que conviver com os nossos racistas ainda vamos ter de nos omitir sobre essa reprovável manifestação de racismo?Até quando vamos ter que conviver com o mito da igualdade racial e as várias facetas que o preconceito apresenta?
Neste sentido a CUFA - Central Única das Favelas, entidade representativa em todo território nacional e com bases internacionais (Alemanha, Argentina, Áustria, Bolívia, Chile, Colômbia, Espanha, Hungria, Itália, Paraguai, Portugal, USA e Angola), vem por meio dessa moção solicitar ao governo brasileiro que encaminhe esse senhor a acalmar todo seu sentimento em outras terras e que assim seja imediatamente convidado a deixar essa casa nação brasileira, bem como, o afastamento imediato do cargo que ocupa, por ser incompatível com suas convicções racistas, desumanas e contrária a cultura da paz. É preciso que as instâncias de poder se posicionem e intervenham, como símbolo de respeito aos ossos irmãos e irmãs haitianas, à dignidade do povo brasileiro e como resposta as agressões proferidas à cultura advinda de África, pois somos parte dela mesmo que neguem.
Por fim, nos negros e não negros brasileiros e brasileiras afirmamos que não temos nenhuma maldição e como tal desejamos a ele toda a sorte e felicidade do mundo em outra missão que não seja a de representar os negros do Haiti em território brasileiro. E se ainda assim o Srº Gerge Samuel Antoine continuar como referência do povo do Haiti no Brasil então deveremos reconhecer que realmente somos um povo amaldiçoado.

Reveja a declaração do Cônsul do Haiti:

http://www.youtube.com/watch?v=pl5EaWndko0&feature=player_embedded

terça-feira, 17 de novembro de 2009

CENTRO DE REFERENCIA DA JUVENTUDE


CUFA MARACANAU, em parceria com o Instituto Garajal de Teatro e a Secretaria de Assistência social e Cidadania, está sendo montado o centro de referencia da juventude de maracanaú, espaço esse onde serão realizadas atividades desenvolvidas tanto pela CUFA de Maracanaú, como pelas outras parceiras, no intuito de oferecer um maior leque de atividades socio-esportivas e socio-culturais para todas as classes e idades.

o espaço é munido de campo de futebol, quadra poliesportiva, salão de dança, sala de informática, anfi-teatro, refeitorio, dentre outras salas que onde serão realizadas inumeras oficinas, em breve será o lançamento, estamos em fase de reforma assim que concluido estaremos aki informando a todos.

segue algumas fotus.






VIDEO PALESTRA (DISCRIMINAÇÃO RACIAL)

Foi realizado no dia 07/11/2009 por volta das 15:00 horas uma vídeo palestra ministrada pelo Deo (neguinho atento) momento me que foi apresentado um curta cearense de sua autoria em que retrata a realidade de uma jovens criança que mora em uma comunidade carente em Fortaleza, denominada poço da draga, porém, mais conhecida como baixa pau, no curta fica demonstrado tanto a discriminação racial ligada a cor e questão da aparencia física e até mesmo social.

No mesmo momento foi consolidado a parceria para a realização do primeiro CURSO DE AUDIO-VISUAL do municipio de maracanau, ofertado aos jovens , e que em breve já estarão com inscrições abertas.

seguem fotos abaixo da vídeo palestra.






segunda-feira, 5 de outubro de 2009

CULTURA HIP HOP NO JORNAL O POVO

As cores do som

Não é só de rap que e constitui a cultura hip hop. A música e os versos se transformam em cores e traços de spray na arte do grafite, que dá vida aos muros cinzas da cidade


03 Out 2009 - 17h29min


Num fim de tarde de sábado, moradores do bairro Pajuçara, em Maracanaú, organizam-se em torno do hip hop. O palco é pequeno, e a música ainda não tocava. ``A Coelce atrasou e não ligou a energia. "Já telefonamos várias vezes, e ainda não chegaram``, reclama Elizeu Filho, coordenador da Cufa Maracanaú. A opção de fazer um gato foi pensada. ``Mas é crime, melhor esperar``, pondera. Ao lado dele, o b-boy Ricardo Fernandes aguarda a vinda da eletricidade. Professor de break no bairro do Timbó, ele precisa da música para organizar a roda de dança do Curtindo na Cidade, projeto mensal da prefeitura da cidade da região metropolitana de Fortaleza, junto com a CUFA através do projeto do Ponto de cultura Cultuarte Maracanau.

Antes de a luz acabar, o grafiteiro Davi ``Favela`` Viana precisa correr. Ele levou várias latas de spray, mas esqueceu o rolo de pintura, que serve para adicionar cor à parede cinza e para apagar as pichações. Sobre a tinta lilás, ele e a mulher, Katiana ``Ktyta`` Pereira, esboçam o desenho que cerca de 40 minutos depois viraria um grafite. Cheiro de tinta, dor de cabeça e uma técnica impressionante. Com diferentes ponteiras no spray (que não contém CFC), o casal consegue texturas diferentes, sombras, esfumaçados e preenchimentos de cor sólida. ``Ei, tio, deixa eu pichar também, deixa``, diz um dos menino s que assistiam, curiosos, ao espetáculo. ``Ai, não é pichação, não?``. ``É não``, responde Favela. ``É arte``.

Break e grafite são os outros braços da cultura hip hop. A música, o rap, embala a dança e o desenhar de muros. Muitas vezes à base do improviso, esses artistas de rua atuam dentro das comunidades a fim de ocupar o tempo dos jovens ociosos. ``Não queremos fazer só o break. Queremos educar, afastar o jovem da droga, exercer a cidadania. É uma ressocialização a partir da conversa``, diz Ricardo.

Davi, que é do bairro do Pantanal, é presidente da Federação Cearense de Grafiteiros. Fundada há dois anos, a organização conta com 80 membros em todo o estado. O menino foi pichador dos 12 aos 19 anos. No grafite, Favela descobriu uma forma de sobrevivência e inclusão social, além de enxergar uma possibilidade de passar uma mensagem para a sociedade. ``O Ceará é conhecido por ter o grafite mais politizado do Brasil``, diz. ``Pichar também é uma forma de expressão e afirmação, de demarcar território. Também tem a adrenalina e o status, de quem picha mais alto``, faz questão de pontuar. Hoje ele trabalha com jovens em projetos sociais como o Craque Só de Bola, nome em alusão à droga que tem dominado vários bairros da periferia de Fortaleza.(Alinne Rodrigues)

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

PALESTRA SOBRE PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS


Nesta segunda-feira (14/09/2009) por volta das 08:30, foi realizada mais uma das palestras execultadas pelo ponto de cultura Culturarte Maracanau, através da Central Única das Favelas, em parceria com a assessoria da mulher do município, onde teve como objetivo orientar os jovens à prevenção do uso de entorpecentes, lícitos e ilícitos. Ocasião em que foram atendidos entorno de 45 jovens de variadas idades, os quais ouviram as falas do Sr. Rabelos, ora Conselheiro Municipal Anti-Drogas do município, bem como da representante da Assessoria da Mulher Sras. Gildenia, D. Fátima e Margareth Rose. logo Após viu exibido o trailler do documentário a ser lançado pela Central Única das Favelas - CUFA, SELVA DE PEDRA A FORTALEZA NOIADA, e após foi feito um debate com os jovens com perguntas resposta, explanações e por final o Coordenador Elizeu Filho pediu para os jovens escrevessem uma frase inteligente que envolvesse o nome CUFA e Drogas... os resultados e fotus estão abaixo transcritos...

"A CUFA não é só para mim, e sim para todos" André Lucas.

"Droga, alégria imaginária. CUFA alegria expressa" Karen Araújo.

"CUFA uma expressão de arte" Gessivan Agostinho 14 anos.

"CUFA Maracanau, aprendendo uma nova arte, a da paz e da Arte" Thamyres Araújo Lucena.

"A droga não leva a nada de bom, mais a CUFA sim; nunca pense que não tem jeito para a
nossa vida, pois sempre há alguem para ter ajudar e esté alguem é a CUFA; A droga não ajuda, não leva a salvação, pois tudo que é precisamos é de compreensão" Deborah Cristhina .

"A CUFA é amor, a CUFA é paixão, não entre nas drogas, não seja vacilão" Romulo 12 anos.

" A CUFA é alegria, não é tradição, a CUFA é dedicada a pizar firme no chão; Tirar pessoas das drogas e falar de CUFA para a humanidade, pois as nossas vidas precisam de liberdade" Lucas Santos 14 anos.

"A CUFA é arte, a CUFA é anti-drogas, attravés da CUFA as pessoas saem desse mundo de drogas e morte, e entram no esporte, no grafite e que é a verdadeira arte; CUFA PAIXÃO, cufa no coração" Luciano Eduardo 16 anos.

"Você ja esta vivendo então preste atenção, não entre bas drogas não seja vacilão, entre CUFA
de coração" Ariel 12 anos

" Muitos jovens estão perdidos sem nennuma pessoa para ajudar, mais ja foi criado a CUFA para as drogas evitar" Andreza.

segue abaixo as fotus.

Professor Rabelo do Conselho Anti-Drogas do Municipio

apresentação do trailer do documentario do Crack

breve relato do Conselheiro
Comitiva da Palestra, CUFA, Ass. da Mulher, Educação

Margareth Rose, ativista do projeto anti-drogas no municipio
Troca de Idéia com os alunos





quinta-feira, 10 de setembro de 2009

SEMANA DA JUVENTUDE EM MARACANAU

SEGUE A PROGRAMAÇÃO DA SEMANA DA JUVENTUDE EM MARACANAU





segunda-feira, 31 de agosto de 2009

RE-CULTURA

RECULTURA – o novo bonde da cultura brasileira

Sou daqueles, no que tange a espaços de discussão sobre a atividade produtiva na cultura, que embarca até em bonde errado, só para conhecer novos itinerários, tentando descobrir meios que potencializem o meu fazer em particular, bem como ampliem o meu papel social como agente cultural, de incindir em políticas públicas que coloquem a cultura na agenda estratégica do Brasil como fonte geradora de um nova cultura de direitos e de um novo modelo de desenvolvimento econômico, social, humano e sustentável para o país.
Voltando a metáfora dos bondes, não foram poucos os itinerários que percorri, todos eles, confesso, foram e continuarão sendo importantes na formação dos meus conhecimentos e desenvolvimento do meu fazer pessoal e institucional, mas em nenhum deles, reconheci efetiva capacidade de provocar o impacto de uma reforma estrutural da atividade produtiva na cultura, fazendo com que ela tenha o papel destacado nas primeiras linhas deste texto.
Embora todos os itinerários que percorri, de certa maneira tenham boas intenções, na maioria dos bondes, os agentes e fazedores de cultura que embarcaram, já o faziam com a idéia de sentar na janela tornando este ato a disputa pela “melhor” maneira de ver, expressar e manifestar suas opiniões, e de garantir os seus interesses, no contexto das antigas e das novas paisagens culturais que surgiram e seguem surgindo, especialmente, nos períodos da anterior e atual gestão do Ministério da Cultura.
Foram estas disputas que não permitiram, até agora, maiores avanços na apropriação do fazer cultural dos novos tempos, do tempo da civilização da criatividade, no qual a construção das agendas e lutas, precisam conformar os interesses e desejos dos passageiros a cada estação, valorizando as diferenças sem, no entanto, permitir o sectarismo das distinções entres as personalidades famosas e anônimas, públicas e privadas, governamentais e não governamentais, com e sem finalidades lucrativas, populares e de elite, bem como sem a fragmentação e segmentação de agendas por linguagens e formas de expressão (cinema, teatro, artes plásticas, circo, dança, literatura, música e etc.), deterministas de quais devem pilotar o bonde, viajar de pé, sentada, no corredor ou na janela.
O Movimento RECULTURA no qual estou neste momento embarcado, posso afirmar: é o novo bonde da cultura brasileira. Nele está todo mundo embarcando sem a idéia de ocupar os melhores assentos ou de disputar quem pilota e determina o itinerário como meio de assegurar apenas os seus interesses, disputar a hegemonia de opiniões, e a vanguarda, autoria e liderança dos processos.
Já na primeira estação - a Capital Federal -, o bonde RECULTURA passou lotado de passageiros, entre artistas, organizações, gestores públicos e privados do setor artístico e cultural, de diferentes estratos/status, conquistando o compromisso do Governo Federal de criar um Grupo Interministerial com participação da sociedade para estudar, propor e realizar reformas estruturais que fortaleçam a atividade produtiva na cultura.
De Brasília o bonde do RECULTURA seguiu viagem Brasil afora..., seu manifesto e propostas, já contam com assinaturas de agentes culturais de todas as regiões e estados brasileiros. E a viagem não pára...
No último dia 28 de agosto foram mais de 20 cidades em diferentes estados do Brasil, que se transformaram em estações para o embarque de novos sujeitos produtivos da cultura brasileira. No Rio de Janeiro o RECULTURA realizou sua mobilização na sede da FUNARTE/MinC, onde operadores artísticos de diferentes segmentos se juntaram e conseguiram mais duas importantes conquistas, o compromisso da secretária de estado de cultura Adriana Rattes e da secretária municipal de cultura do Rio de Janeiro Jandira Feghali, de criarem Grupos de Trabalho ( RECULTURA ) envolvendo diferentes órgãos das administrações públicas estadual e municipal e a sociedade para estudar, propor e realizar reformas no mesmos moldes do GT Interministerial.
O bacana do dia 28, foi ter a sensação de estar em uma daquelas excursões da época do colégio ao Jardim Zoológico da Quinta da Boa Vista, onde a preocupação não era sentar na janela e sim ver todos os passageiros - colegas de uma mesma turma que, fora pequenas divergências, queriam mesmo andar de um lado pro outro no bonde -, estimulando uns aos outros a entoar as palavras de ordem para fazer o maquinista do bondinho chegar logo às jaulas dos animais mais exóticos.
Pra mim e, acredito que para outros, este itinerário está bastante interessante e têm levado à paisagens onde discutir política pública de cultura, se faz sem preconceitos.
E tu?! Tá fazendo o quê parado na estação?! Embarca porque neste bonde cabem todos que querem novas paisagens, que tornem a viagem de fazer cultural cada vez mais agradável!!!


JUNIOR PERIM
produtor cultural, membro do colegiado nacional da
Rede Circo do Mundo Brasil e coordenador executivo do
CRESCER E VIVER